Page 34 - Manual da ativação da sociedade humanista
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do serviço de informação; da espionagem cibernética; do exílio político; da informática; do telefone celular; do tablet; do que vem depois; da TV interativa; da comunicação em inglês; da nanotecnologia; do comando de voz; da voz de comando; da voz do comando; do shopping; do drinque refinado; da cocaína; do álcool e direção; do sequestro relâmpago; do caixa eletrônico; da coluna social; do nome de família; do “realit show”; dos intelectuais; do controle da natalidade; da inseminação artificial; da fralda descartável; da pasta de dente; do sabonete especial; do shampoo; do xampu; do automóvel; do automóvel de luxo; do automóvel blindado; do restaurante fino; do restaurante pago; do terno bem cortado; da gravata de seda; do sapato de couro; do tênis de marca; do crescimento social; do turismo; da viagem ao exterior; da natureza exuberante; da saúde; do seguro-saúde; do seguro de vida; do sexo seguro; do seguro de tudo; da aposentadoria; da educação; da academia; da ciência; da clonagem; do registro do nascimento; do cidadão registrado; da expectativa de vida alongada; da morte com dignidade; dos direitos humanos; da fartura; dos banquetes; da ceia de Natal; da fragrância perfumada; da máquina de lavar roupas; do micro-ondas; dos que comem mais de três refeições ao dia; da população primordialmente civilizada; da porção da população não acometida por carências humanas primordiais.
Nesse contraste, ou sem ele, os vestígios da porção da população vulnerável, extraídos do espaço territorial, do “onde” da contextualização da ação protocolar circunstanciada, são inconfundíveis ao expor a realidade peculiar do protocolo – aquela do indivíduo acanhado; do desemprego crônico; do atraso; do estupro ambiental; do buraco habitacional; da esmola vital; do escambo da escassez; da mortalidade na origem; da natalidade involuntária inconsequente; da vida encolhida; da “cola de sapateiro” divertida; do craque mortal; do comportamento arriscado; do sono intermitente; do
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