Page 5 - Manual da ativação da sociedade humanista
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Essa insatisfação promove as carências humanas primordiais – ou carências primordiais, ou carências letais, intelectuais, profissionais primordiais – inibidoras da autoestima, da autoemancipação, da autodeterminação, danosas à fisiologia, ao cognitivo e ao social, responsáveis por posicionar o “humano” no compasso evolucionário lento do instinto de sobrevivência da genética das outras espécies. Essas carências promovem a vulnerabilidade humana primordial – ou vulnerabilidade primordial, ou vulnerabilidades letais, intelectuais, profissionais primordiais – que expõe o indivíduo ao sofrimento humano primordial, desperdiça vidas, deprecia a raça.
No entanto, essa distorção civilizatória que a modernidade acentua, e se embaraça ao tentar controlar, não é estrutural e pode ser corrigida. O acesso ao “evolucionário” civilizatório moderno para todos os indivíduos é liberável. A insatisfação das necessidades primordiais, promotor das carências primordiais, promotoras das vulnerabilidades primordiais, é reversível.
Provindo da noção de “civilização com solidariedade humana de alto rendimento”, embora frequentemente despercebido, o objetivo calibrador de ciclos civilizatórios gestantes de bem-estar essencial comum existe. Humanismo: o objetivo comum preciso, do “evolucionário” existencial civilizatório consensual da modernidade, é a sociedade humanista.
Sociedade-nação humanista, ou sociedade humanista, é o acerto de convivência ancorado nos princípios humanistas primordiais da civilização humanista, assim consideradas a igualdade de oportunidade, a liberdade de autodeterminação e a fraternidade conjunta, e no desenvolvimento civilizatório humanista sustentado, assim considerado aquele responsavelmente progressista, socialmente justo, economicamente equilibrado e ambientalmente seguro.
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