Page 29 - Manual da ativação da sociedade humanista
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O fator “k” permite extrapolar para a escala real o esforço previsto simulado em escala padrão. O esforço “E” real, na escala da UTI real, é “k” vezes aquele calculado na escala da UTI padrão, e o fator dessa proporcionalidade, “k”, é obtido pela divisão da população da UTI real por 1000. Ou seja,
E real = k E padrão, sendo k = P/1000 e P = População da UTI real
Por essa fórmula, qualquer esforço da supressão das carências primordiais da porção de população local vulnerável real é calculado de maneira simples e rápida. A UTI padrão é a unidade padrão da UTI real – a UTI real é “k” vezes a UTI padrão. A ASCP padrão é a unidade padrão da ASCP real. Ela é dimensionada para a UTI padrão da UTI real. O esforço exigido pela ASCP real é “k” vezes o esforço exigido pela ASCP padrão. Isso define o tamanho do esforço exigido para atender à ASCP real.
A aferição dos esforços propicia a estimativa de custos como procedimento da perícia da ação protocolar.
Custos
Os custos da supressão das carências primordiais são características peculiares da UTI e de suas circunstâncias, e são determinados pela soma dos custos de implantação das ASCPs. Eles são parciais, anual e de fase, e total, do empreendimento completo. O custo total é a soma dos custos parciais de implantação das ASCPs, acrescentado do custo de manutenção do afastamento das carências primordiais letais até o nono ano. O custo de implantação da ASCP real é estimado a partir do custo de implantação da correspondente ASCP padrão, multiplicado pelo respectivo fator “k”.
A estimativa dos custos fomenta o autofinanciamento como procedimento da perícia da ação protocolar.
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